Há um canto que escuto sempre, anda desperso e inquieto...
Fala de coisas que sente, se cala quando me vê...
Mas diz sem perceber, que há muito anda carente....
Há um sonho que andeja breve, procurando um caminho...
Invade a casa vazia, diz pra mim a dor que carrega,
E assim mesmo não entrega, nem na hora da sangria....
Há uma paixão solitária, forjada apenas de um lado....
Sente a ausência dos mates, da hora do sol se por,
Da imensidão do amor, que por ora, assim repartes...
Há quem diga disso tudo, que não passa de vaidade...
(Alguém que chora baixinho, num canto quase esquecido),
Pois o amor é dividido e não se forja sozinho!
Fala de coisas que sente, se cala quando me vê...
Mas diz sem perceber, que há muito anda carente....
Há um sonho que andeja breve, procurando um caminho...
Invade a casa vazia, diz pra mim a dor que carrega,
E assim mesmo não entrega, nem na hora da sangria....
Há uma paixão solitária, forjada apenas de um lado....
Sente a ausência dos mates, da hora do sol se por,
Da imensidão do amor, que por ora, assim repartes...
Há quem diga disso tudo, que não passa de vaidade...
(Alguém que chora baixinho, num canto quase esquecido),
Pois o amor é dividido e não se forja sozinho!
Nenhum comentário:
Postar um comentário